|
|
Cinesiologia do Futsal
|
| Revisão bibliográfica |
Introdução
O futebol de salão foi inventado em 1934 na Associação
Cristã de Moços de Montevidéu (ACM), Uruguai, pelo
professor Juan Carlos Ceriani, que chamou este novo
esporte de ‘’INDOOR-FOOT-BALL’’. Enfrentando dificuldades
para encontrar campos de futebol para divertimento em
suas horas de lazer, foram improvisadas “peladas” nas
quadras de basquete e hóquei, aproveitando as traves
usadas na prática desse último esporte. Em São Paulo,
destaca-se o nome de Habib Maphuz, professor da ACM
de São Paulo. O professor Habid, no início dos anos
cinqüenta, participou da elaboração das normas para a
prática do futebol jogado em quadras, tudo isto no âmbito
interno da ACM paulista. Este mesmo salonista fundou a
primeira liga de futebol de Salão, a Liga de Futebol de
Salão da Associação Cristã de Moços. As bolas eram de
crina vegetal ou serragem, sofrendo sucessivas modificações.
Como as bolas de ar utilizadas depois, saltavam muito e
saiam freqüentemente das quadras, posteriormente tiveram
seu tamanho diminuído e o peso aumentado. Daí o fato de
o Futebol de Salão ser chamado de “esporte da bola
pesada” (5, 18).
Embora as primeiras regras tenham surgido no Uruguai,
nada foi feito no sentido de divulgá-la e aperfeiçoá-las,
cabendo aos brasileiros a responsabilidade pelo crescimento,
divulgação e ordenação do futsal como modalidade
esportiva. Desta maneira, podemos afirmar que devido à
identificação, popularidade e dimensão alcançada no Brasil,
o futsal é um desporto genuinamente brasileiro (5).
A partir da criação da Federação Internacional de Futebol
de Salão (FIFUSA) fundada no Rio de Janeiro no início da
década de 70, o futsal conta com a filiação de 32 países que
já praticavam o salão nos moldes brasileiro, entidade esta
que teve como primeiro presidente João Havelange,
passando a promover os primeiros campeonatos Pan-
Americanos e Mundiais de clubes e seleções, já na década
de 80 (5).
Em pesquisa realizada pela revista “Placar” de 01/06/84,
em seu anuário Estatístico, quanto aos esportes mais
praticados no Brasil, especialmente nas cidades do Rio de
Janeiro e de São Paulo, nas classes A, B e C e nas faixas de
idade de 15/19 e de 20/24, evidenciou-se que o Futsal está
em primeiro lugar na preferência nacional. Além deste
aspecto democrático e participativo, convém assinalar que
Pelé, Zico, Sócrates, Casagrande, Rivelino, Denílson e
Ronaldinho, dentre outros consagrados “astros” do futebol
creditam grande parte de seu sucesso ao aprendizado obtido
no Futsal, onde iniciaram a vida desportiva. O jogador que
vem do Futsal tem um drible fácil e curto, aperfeiçoado pelo
pequeno espaço em quadra, além de ter um sentido de
marcação muito desenvolvido (17).
A década de 90 representa a grande mudança na
trajetória do futebol de salão, pois a partir da sua fusão com
o futebol de cinco (prática reconhecida pela FIFA), surge
então o FUTSAL, terminologia adotada para identificar esta
fusão no contexto esportivo internacional. Com a vinculação
à FIFA, o futsal dá um grande passo para se tornar desporto
olímpico. Os salonistas esperam essa oportunidade
ansiosamente (5).
O Brasil é o maior detentor de títulos de futsal do planeta.
Eis os mais importantes (17):
– Pentacampeão Mundial de Futsal – 1982 (São Paulo),
1985 (Espanha), 1989 (Holanda), 1992 (Hong-Kong) e
1996 (Espanha);
– Campeão de 5 Mundialitos – 1995, 1996, 1998, 2001 e 2002;
– Tri-campeão Pan Americano – 1980 (México), 1984
(Campinas-SP) e em 1991 (São Paulo);
– 12 Campeonatos Sul Americanos.
Apesar de todos os problemas que existem no futebol
de campo, o FUTSAL tem sua credibilidade inabalável, com
tabelas de jogos e regulamentos sendo anunciados com
antecedência e cumpridos à risca. O futsal é atualmente o
esporte com maior número de praticantes tanto no Brasil
como nos demais países sul-americanos e também na Europa,
sobretudo na Rússia, Ucrânia, Espanha, Portugal, Itália e
Áustria (13).
O objetivo do presente estudo é descrever o chute no
futsal, dividindo esse fundamento em 4 fases ou etapas
para uma melhor compreensão e descrição cinesiológica
das estruturas envolvidas; bem como fazer considerações
a respeito das principais implicações clínicas decorrentes
desse fundamento.
Descrição do Chute
Segundo Lucena, o chute é a ação de golpear a bola,
visando desviar ou dar trajetória à mesma, estando ela
parada ou em movimento. A técnica utilizada pela maioria
dos jogadores é o chute com a face dorsal do pé (chute
com o “peito do pé”), pois é o mais recomendado para dar
direção à bola.
Sendo o chute um dos principais fundamentos do futsal,
a abordagem cinesiológica nos faz compreender os
mecanismos de lesão, facilitando a identificação das
estruturas osteomioarticulares envolvidas e, por conseqüência,
especificando e direcionando a conduta dos procedimentos
terapêuticos adequados.
Com a finalidade de realizarmos uma análise cinesiológica
específica do chute no futsal, dividiremos este fundamento
em 4 fases ou etapas:
Fase de Aproximação – Caracteriza-se pela corrida em
velocidade do jogador em direção à bola. A fase de
aproximação é determinante na potência do chute, pois a
velocidade e a força aplicada são variáveis diretamente
proporcionais à potência, como demonstra a fórmula P = F
x V (Potência = Força x Velocidade). Um chute forte está
diretamente relacionado com a velocidade de aproximação
do jogador para o chute (2) e o chute ideal visa maximizar da
velocidade (1).
Fase de Preparação – É a fase em que o jogador apóia
todo o peso do corpo sobre o membro contra-lateral ao
lado da bola e o membro que executará o chute fica em
balanço, livre para o movimento de extensão de quadril,
acompanhado de uma semi-flexão de joelho.
Fase de Execução – A fase é mensurada na extensão
brusca e rápida do joelho (realizada pelo músculo
quadríceps), ao lado de uma flexão de quadril (realizada
pelos músculos reto femoral, iliopsoas e tensor da fáscia
lata), acompanhada de contração dos músculos abdominais.
O membro apoiado está com o quadril (músculo glúteo
máximo e isquiotibiais) e o joelho (músculo quadríceps) em
extensão (14). A articulação do joelho é a de maior
contribuição na velocidade final do chute (4, 14), quando
esta realiza a extensão plena.
Fase de Desaceleração – Nesta fase final, a musculatura
antagonista atua de forma excêntrica, para que o membro
não se eleve exageradamente. O joelho sofre sua extensão
plena e o quadril sofre a flexão em graus mais elevados que
na fase anterior. Os isquitibiais são antagonistas do
quadríceps e não deixa o joelho sofrer hiperextensão.
Abordagem Cinesiológica nas Fases do Chute no Futsal
A abordagem cinesiológica descrita baseia-se na
compreensão das ações musculares identificadas pelos
seguintes autores: Kendall et al, Marques, Moore e Dalley,
Netter, Smith et al, Weineck e Wirdhed (3, 6, 7, 9, 11, 14 e 15).
Na fase de aproximação (figura 1) há alternância dos
membros, já que o atleta está correndo. Os membros foram
subdivididos em membro posterior e membro anterior em
relação ao seu posicionamento.
A articulação do quadril do membro anterior nesta fase
encontra-se em semi-flexão e este movimento é realizado
pelos músculos iliopsoas, reto femoral, tensor da fáscia lata,
pectíneo, sartório, adutor curto, adutor longo e porção
adutora do músculo adutor magno. Já no membro posterior,
o quadril está em leve extensão, movimento este realizado
pelo glúteo máximo, bíceps femoral, semitendíneo,
semimembranáceo, e adutor mago.
O joelho do membro anterior está encaminhando para a
extensão. O músculo agonista deste movimento é o
quadríceps femoral (composto pelo reto femoral, vasto
medial, vasto lateral e vasto intermédio). No membro posterior,
o joelho está em semi-flexão e os músculos envolvidos são os
isquiotibiais (semitendíneo, semimembranáceo e bíceps
femoral), grácil e poplíteo. Os músculos gastrocnêmios
(lateral e medial) e plantar exercem uma função secundária
no movimento de flexão do joelho.
A articulação do tornozelo do membro anterior realiza a
fase de apoio do ciclo da marcha. Esta fase está subdividida
em toque do calcanhar (o tornozelo sofre contração
concêntrica do grupo pré-tibial e está em posição neutra),
aplanamento do pé (a articulação do tornozelo está em
flexão plantar, movimento este realizado pelos músculos
gastrocnêmios, sóleo, fibular longo, fibular curto, plantar,
tibial posterior, flexor longo do hálux e flexor longo dos
dedos), médio apoio (o tornozelo fica em posição neutra,
com ligeira contração dos músculos intrínsecos do pé) e
impulso (a articulação realiza a flexão plantar em maiores
graus e o músculo flexor longo do hálux exerce função crucial
no impulso para a corrida). A articulação do tornozelo do
membro posterior, que está em balanço, fica em posição
neutra, tendendo a uma ligeira flexão plantar.
Na fase de preparação (figura 2), os membros agora
estarão divididos em membro dominante (aquele que
realizará o chute) e membro de apoio (os movimentos são
em cadeia cinética fechada).
A articulação do quadril do membro dominante fica em
extensão (movimento realizado pelos músculos glúteo
máximo, bíceps femoral, semitendíneo, semimembranáceo e
adutor magno), rotação externa (músculos obturador
externo, obturador interno, piriforme, iliopsoas, gêmeos
inferior e superior, glúteo máximo e sartório) e uma abdução
(realizada pelos músculos gêmeos inferior e superior,
sartório, tensor da fáscia lata, obturador interno, glúteo
médio e glúteo mínimo). O quadril do membro de apoio sofre
uma semi-flexão, cuja ação muscular deste movimento já
foi descrita anteriormente.
O joelho do membro dominante encontra-se fletido em
graus elevados, acima de 90º, com ação plena dos flexores.
O membro apoiado está em semi-flexão, porém em cadeia
cinética fechada e ação tanto dos flexores quanto dos
extensores de joelho.
A articulação do tornozelo que realizará o chute fica em
flexão plantar, a fim de aumentar a área de contato do pé
com a bola. No lado contra-lateral, observa-se que a
articulação do tornozelo está em posição neutra, mantendo
contato íntegro com o solo. Esta fase é denominada de fase
de execução.
A fase de execução do chute (figura 3) compreende
desde o final da preparação até o momento em que o jogador
atinge a bola. Na fase de Execução, o centro de gravidade
do jogador é alterado para a manutenção do equilíbrio.
A abordagem cinesiológica do quadril no membro
dominante nesta fase foi descrita como flexão do quadril
(retorno da extensão), adução (movimento realizado pelos
músculos adutor magno, adutor curto, adutor longo e
pectíneo) e rotação interna (realizada pelos músculos glúteo
médio, glúteo mínimo, tensor da fáscia lata e grácil). O membro
apoiado está em semi-flexão, em cadeia cinética fechada.
O joelho do membro dominante sofre uma extensão, ainda
que incompleta. O membro apoiado continua em semi-flexão.
A articulação do tornozelo no membro dominante se
mantém em flexão plantar até que o pé toque a bola. O
membro de apoio mantém a sua posição neutra.
Por inércia, um corpo em movimento tende a permanecer
em movimento, até que uma outra força o faça voltar ao seu
estado de repouso. O sistema neuromuscular consegue tirar
vantagem de movimentos passivos (inércia, por exemplo)
(1, 12). Na fase de desaceleração (figura 4), o membro que
executou o chute tende a subir e os músculos envolvidos
impedem que este movimento seja tão brusco.
Nesta fase, o quadril do membro dominante sofre flexão
até aproximadamente 90º. E o membro de apoio está em semiflexão
de quadril em cadeia cinética fechada.
A articulação do joelho do membro dominante está em
extensão plena e o joelho do membro apoiado está
encaminhando para o movimento de extensão, tendo,
portanto, ação dos músculos flexores e extensores de joelho.
O tornozelo do membro em balanço está em posição
neutra, tendendo a dorsiflexão (movimento este realizado
pelos músculos tibial anterior, extensor longo do hálux,
extensor longo dos dedos e fibular terceiro). O membro
contra-lateral (membro de apoio) também está em cadeia
cinética fechada.
Os músculos abdominais e antigravitacionais auxiliam
na estabilização do tronco do chutador. Além de estabilizar,
os movimentos de giro de tronco (realizado pelos músculos
oblíquo externo e oblíquo interno) e flexão do tronco(realizado pelo reto abdominal) estão presentes no momento do chute para a manutenção do equilíbrio.
Lesões e Implicações Clínicas
Na prática desportiva, em especial no futsal, observamse
diferentes fatores que predispõe a ocorrência de lesões.
Entre os fatores intrínsecos, podemos identificar a presença
de deformidades no quadril, joelho, tornozelo e pé. Moreira
destaca também o aspecto da motivação e auto-estima sendo
parte da preparação mental para a prática esportiva (8).
Com relação aos fatores extrínsecos, devemos considerar
as condições do piso, iluminação da quadra e tipo de calçado
utilizado pelo atleta (8). De acordo com Anjos, no instante
da extensão do joelho até o momento do impacto do pé na
bola, forças de grande magnitude são produzidas no membro
que está em apoio, considerando a reação do solo sobre o
membro de suporte. Essas forças são suficientes para causar
degenerações do joelho, por exemplo, e é um fator adicional
para explicar a maior incidência de osteoartrite do joelho em
jogadores com certo tempo de prática do esporte (2).
É importante frisar que entre os mecanismos de lesão,
temos as lesões em cadeias cinéticas fechada e abertas. As
lesões em cadeia cinética fechada (situação em que o pé
encontra-se apoiado no solo) são consideradas graves,
envolvendo maior número de estruturas osteomioarticulares,
tendo prognóstico desfavorável. Já as lesões em cadeia
cinética aberta são aquelas em que o pé não está em contato
com o solo e compromete algumas estruturas especificas,
tendo, portanto, melhor prognóstico.
As lesões podem ser classificadas de três formas, de
acordo com a estrutura envolvida: musculotendíneas
(distenção, tendinites), articulares (luxações e entorses) e
ósseas (fraturas e contusões).
A distensão caracteriza-se pelo rompimento das fibras
musculares que pode ocorrer como conseqüência de uma
solicitação excessiva do músculo (8). O mecanismo de lesão
ocorre quando a articulação é forçada além do seu limite de
movimento (16). As tendinites são provenientes de uma
síndrome de uso excessivo ou de sobrecarga do tendão (8).
Luxação é a perda da congruência articular, causada por
traumas diretos ou ação muscular rigorosa. Alongamentos
bruscos também são responsáveis por desencadear
luxações, embora raramente isso ocorra (16). Em relação às
entorses, ocorre quando há estiramento ou laceração de
tecidos moles (8).
As fraturas são resultado de traumas diretos intensos,
geralmente em estruturas ósseas superficiais (maléolos e
tíbia, principalmente). As contusões são originadas de
microtraumas, que podem evoluir para fraturas em menores
graus e/ou formação do calo ósseo.
Na articulação do quadril, as principais lesões são
decorrentes de esforços excessivos. As lesões musculotendíneas
predominam e costumam resultar de um músculo ativamente
contraído, encontrando uma resistência abrupta (16).
No esporte, as lesões agudas de joelho incluem
contusões, distensões, fraturas e luxações. Corridas em linha
reta raramente produzirão lesão significativa que não seja
um deslocamento patelar recorrente. Contudo, se houver
desaceleração ou mudança brusca de direção (muito comum
no futsal), o risco de lesão aumenta, especialmente lesão da
tríade infeliz (menisco medial, ligamento colateral tibial e
ligamento cruzado anterior) (16). A distensão do ligamento
cruzado anterior (LCA) é muito relatada nos esportes que
incluem corridas, pois resulta de súbitas desacelerações,
como a última fase do chute no futsal.
A principal lesão da articulação do tornozelo é a entorse
em inversão (“virada do pé para dentro”) (8). Esta lesão
acomete principalmente o ligamento talofibular anterior,
pertencente ao ligamento lateral do tornozelo (16).
Conclusões
Ao término da descrição apresentada neste estudo,
pode-se concluir que:
– O futsal é um esporte de grande impacto nas estruturas
osteomioarticulares e requer condicionamento físico
adequado e infra-estrutura apropriada;
– O chute é uma sucessão de movimentos complexos,
resultantes da harmonia articular do tronco e
membros inferiores. As diferentes fases do chute
requisitam variados movimentos, principalmente das
articulações dos membros inferiores, que favorecem
a precisão e potência deste fundamento;
– A abordagem cinesiológica na execução de um chute
é fundamental para que a equipe multidisciplinar se
posicione diante das eventuais implicações clínicas;
– Torna-se necessário que novos estudos sejam
realizados, considerando outros aspectos relacionados
aos fundamentos da prática do futsal.
Referências Bibliográficas
1. ANDERSON, D.I e SIDAWAY, B. Coordination changes
associated with practice of a soccer kick. Res Q Exerc
Sport. 1994; 65 (2): 93-99.
2. ANJOS, L.A. ADRIAN, M.J. Forças de Reação do Solo
na Perna de Sustentação de Jogadores Habilidosos e
Não-Habilidosos Durante Chutes numa Bola de Futebol.
Rev. Bras. Ci. do Espor. 1986; 8 (1): 129-133.
3. KENDALL, F.P. et al. Músculos: Provas e Funções. 4
ed., São Paulo, Manole, 1995.
4. LEVANON, J; DAPENA, J. Comparison of the kinematics
of the fullinstep and pass kicks in soccer. Med Sci Sports
Exerc. 1998; 30 (6) 917-927.
5. LUCENA, R. Futsal e a Iniciação. Rio de Janeiro, Sprint,
1994.
6. MARQUES, A. Cadeias Musculares. São Paulo-SP:
Manole, 2000.
7. MOORE, K. e DALLEY, A. Anatomia Orientada para a
Clínica. 2 ed., Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2001.
8. MOREIRA, D. Lesões Comuns na Prática da Corrida. In:
CAMPOS, M.V. Atividade Física Passo a Passo. Brasília,
Thesaurus, 2002, p. 215-225.
9. NETTER, F. Atlas de Anatomia Humana. 2 ed., Porto
Alegre, Artmed, 2001.
10. SIMONSEN, T. BULL E.B. Biomechanical differences in
soccer kickin with the preferred and the non-preferred
leg. Journal of Sports Sciences. 2002, 20 (4): 293.
11. SMITH, L. et al. Cinesiologia Clínica de Brunnstrom.
5 ed. São Paulo, Manole, 1997.
12. TEIXEIRA, L.A. Kinematics of kicking as a function of
different sources of constraint on accuracy. Perc Mot
Skills. 1999, 88 (3):785-789.
13. TENÓRIO, F. A. O Futsal como Disciplina Curricular
dos Cursos de Graduação em Educação Física no
Distrito Federal. Brasília, 2002.
14. WEINECK, J. Anatomia Aplicada ao Esporte. São Paulo,
Manole, 1990.
15. WIRDHED, R. Atlas de Anatomia do Movimento.São
Paulo, Manole, 1986.
16. WEBB, D. R. e GARRICK, J. G. Lesões Esportivas:
Diagnóstico e Administração. São Paulo, Roca, 2001.
17. www.cbfs.com.br
Fonte: Tese de mestrado de Demóstenes Moreira1, José Roberto Pimenta de Godoy2, Rafael Gonçalves Braz3, Gustavo Frederico Barbosa Machado4 e Henry Franklin da Silva dos Santos5 (UCB)
|
|
|
|
|
|